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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Uma sociedade de excluídos


Na Favela do Planalto, a criança brinca em meio aos barracos

A palavra soa quase como sinônimo de pobreza e violência: favela. Escondidas em diversos pontos da capital potiguar, o cenário se repete. São tábuas, papelões, estacas de madeira que formam paredes e telhados e nos reporta aos fragmentos de existências e destinos que ali - em meio ao caos ordenado de barracos, canos e gambiarras – se unem e constroem comunidades. Uma sociedade de posseiros, ignorada pelo poder público, que compartilham da mesma realidade de falta de infraestrutura, anseios e necessidades, não importa em quais bairros estejam instaladas. Convivem com a escassez de postos de saúde, escolas, segurança, saneamento, vontade política - como também quase nenhuma esperança –  quanto a melhoria das condições de vida.

E por mais que você não as veja à entrada da cidade, elas continuam em expansão. Natal abriga hoje cerca de  70 favelas espalhadas em todas as regiões, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes (Seharpe). Em torno de 25 mil pessoas sobrevivem em condições subumanas. O número supera a população de cidades como Goianinha (24 mil habitantes), na região Agreste potiguar. Entretanto, esse universo pode ser ainda maior. Um levantamento da Ong Central Única das Favelas (Cufa/RN) aponta uma população de 68 mil pessoas vivendo nessas áreas. O quantitativo é o mesmo de pessoas cadastradas no programa de moradias de baixa renda da região da Grande Natal.

Entre os cadastrados, estão as 125 famílias do assentamento Monte Celeste, no Planalto, que aguardam a chance de abandonar os barracos de papelão e restos de  madeiras erguidos ao lado de uma lagoa de captação inacabada. A inscrição à porta do barraco do pedreiro Geraldo da Silva, 42 anos, expressa bem a realidade: “Só quem tem pena de pobre é Deus”. Isolados, sofrem com a falta de segurança, assistência médica e escolas. Mulheres ainda parem em casa. O atendimento médico esbarra na falta de comprovante de residência. Não há creches ou escolas. Sem o transporte escolar, as crianças levam falta e colocam em risco o bolsa-família, complemento importante na renda da vila de carroceiros. “Aqui falta tudo, mas também se reparte tudo”, observa a técnica de enfermagem Maria de Fátima Bezerra, em referência a organização de creches, cursos e ações implantadas com ajuda da Ong LBV.
FONTE: TRIBUNA DO NORTE
Publicação: 08 de Maio de 2011 às 00:00
SARA VASCONCELOS - repórter

QUAL É A REALIDADE DAS FAVELAS EM NATAL


Em Natal  a presença de favelas é bastante distinta, com números de favelas relativamente menor que em outras capitais como Recife, Salvador, Rio de Janeiro. Na verdade números subdimensionados, devido a definição que o IBGE adota para o que é favela, mas não deixam de ser. As vilas de fundo de quintal são outras formas de habitação popular de condições precárias, que passam invisíveis e são criadas como estratégias rendíveis de poucos. São 2 mil na cidade, em todas as regiões, com cerca de 40 mil pessoas, em geral trabalhadores.  Na Vila de Ponta Negra você não vê favelas, mas há essas moradias de condições precárias.
FONTE: TRIBUNA DO NORTE

O QUE QUE CARACTERIZA UMA FAVELA


Segundo o IBGE, é considerada favela  o aglomerado maior de 50 unidades e que não dispõe de infraestrutura. Em Mãe Luíza grande parte é de favela, apesar de não ser considerada assim, porque o bairro dispõe de energia elétrica, algum saneamento, coleta de lixo e de águas pluviais. Mas isso não quer dizer que não é, apenas que tem uma condição de vida melhores para aquela população.

Por que em Natal, diferente do que ocorre em outras capitais, as favelas estão em pontos mais afastados, escondidos? 

Não estão escondidas. Elas se concentram em áreas, como a zona Oeste e entre os conjuntos habitacionais da zona Norte, nos loteamentos clandestinos e não os de entrada na cidade.  E, as que não estão, como Mãe Luíza, é porque foram incorporadas pela expansão da cidade.

A forma como a erradicação de favelas é feita em Natal se caracteriza como fim ou em uma eventual mudança de endereço do problema, que sae de barracos para casas?

Se não houver redistribuição de renda e políticas sociais, não basta dar casa. É primordial num país miserável como nosso, com 16 milhões comendo e vivendo com 70 reais por mês, por indivíduo ações assistenciais como o Bolsa família  em médio prazo, mas essas devem estar associadas a políticas públicas de condições de emprego e renda. Os moradores das favelas Alagamar, Cidade de Sol, Via Sul, voltaram do Planalto porque dependiam de estar ali para o sustento. Só transferir para casa nova é como transferir o problema de um lugar para o outro.

Criminosos cariocas se preparam para ocupar favelas no RN, diz secretário

Criminosos radicados no Rio de Janeiro estariam se organizando para ocupar favelas no Rio Grande do Norte. A informação foi dada pelo secretário de Turismo do Estado, Múcio Sá, durante entrevista à 95 FM na manhã desta quinta-feira (1º/07/2010). As Polícias Civil e Federal já estariam investigando a mudança dos criminosos.

“Eu recebi informações que um grupo de traficantes da Rocinha, no Rio de Janeiro, está se organizando para vir ocupar algumas favelas aqui no estado e isso é muito preocupante”, declarou Múcio Sá à emissora de rádio.

Em contato com o portal TN Online, o secretário Múcio Sá disse que obteve a informação nesta quarta-feira (30), na posse do presidente da Associação do Centro de Turismo. "Estava conversando com o major Paraguai, comandante da Companhia de Turismo, e ele me disse que há essa investigação em andamento. Seriam cabeças de quadrilhas que estariam pensando em vir para o nosso Estado. Isso realmente me preocupa e tem que ser apurado", falou.

O major Everton Paraguai, da Companhia de Polícia de Turismo (CPTur), confirmou a conversa com o secretário Múcio Sá. "De maneira informal, eu disse ao secretário que tínhamos esse informe e que a Polícia Civil, com o auxílio da Polícia Federal, já estaria investigando. Mas esses criminosos não seriam envolvidos com o tráfico de drogas, mas sim com a exploração de máquinas caça-níquel", disse o oficial.

Procurado pela reportagem, o comandante da Polícia Militar, coronel Francisco Canindé de Araújo, disse não saber da vinda de criminosos cariocas para o Rio Grande do Norte. "Realmente não sei nada sobre isso. Estou em Brasília para participar de uma reunião no Ministério da Justiça e vou procurar saber dele de onde veio essa informação", antecipou o comandante.
FONTE: TRIBUNA DO NORTE

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